Tormenta

Minha menina, tua compaixão...

Doce tormenta, amarga ternura,
Tudo se mistura em meu caldeirão, faço alquimia com meu coração;

A pessoas são capazes de se agarrar à esperança, pelo simples fato de que a morte é aquela cujo semblante não pode ser visto, tua presença não é notada...

A tormenta chega pela manhã, elegante, porém fugaz,
O tormento vem de mansinho, me apunhala pelas costas e me torna frágil, me torna manso,
E há quem diga tudo não passa de um sonho ruim...

Seria um sonho ruim a mesma coisa de um pesadelo?
Pois então, vinde a nós o pesadelo bom, vinde a nós os nossos desejos, façamos todos por merecer;

Minha menina, tua compaixão,
Uma sina, uma canção, uma história qualquer,
Sessão da tarde talvez, finais clichês eu não sei...
Posso fechar os meus olhos e olhar em minha volta, só sei que ainda me sinto só...

Só sei que sobretudo, me sobressairei naquilo que acredito, naquilo que faço convicto em auferir...

...O que me fere o peito também me fere a alma, e a dor da alma já não me dói mais (...)

3 comentários:

Anônimo disse...

muito bom texto!

obrigada pelo comentário no meu blog!
e pode sim passar mais vezes por lá!!
=)

Beijos

Anônimo disse...

é encantador sua escrita
sua sinceridade nas palavras mais sutis
e tambem não tem como deixar de dizer a ternura que vimos ao te acompanhar

Anônimo disse...

brigadaaa!! =)
publiquei o segundo capitulo